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ERVA VERMELHA, a partir de Boris Vian

Erva Vermelha é uma história de dois casais: Wolf/lLil e Saphir Lazuli/ Folavril, um cão velho que mia e uma máquina do tempo. Uma história sobre categorias como: o homem, a mulher, o cão, o desejo, o tédio, o amor, os pretos e os brancos, os marinheiros, a amizade, as prostitutas, a educação, os fantasmas, as categorias e a necessidade de categorizar.

Wolf ama Lil e vice-versa. Para Wolf a vida é vazia e nem por isso triste, para Lil corolário. Folavril ama Saphir Lazuli e vice:versa. Folavril, amiga de Lil, não pensa, simplesmente vive e é doce. Saphir, para quem a vida é transcendente e impossível de qualificar, é amigo de Wolf.

Wolf tem uma obsessão: construiu uma máquina do tempo pra escrutinar metodicamente o seu passado e escapar à “confusão”.  “Não se vive impunemente sem daí retirar o gosto fácil por uma certa ordem aparente. E nada mais fácil que tornarmos esse gosto extensível ao que nos rodeia” – diz Wolf, o protagonista desta história, que acusa os seus mestres de o terem feito pensar que podia existir um dia, algures, uma ordem ideal.

 

Encenação: Cristina Carvalhal

Realização plástica: António Jorge Gonçalves

Música: Sérgio Delgado

Desenho de luz: José Manuel Rodrigues

Elenco: António Jorge Gonçalves; Ana Lúcia Palminha; Flavia Gusmão; Pedro Carmo; Pedro Lacerda; Sara Cipriano; Tiago Mateus

Fotógrafo de cena: Rodrigo Duarte e André Príncipe

Registo de vídeo: Edgar Feldman

Design Gráfico: António Antunes

Assistência de Produção e Operação Técnica: Catarina Mascarenhas

Produção executiva: Mafalda Gouveia

 

Local: Teatro da Trindade - Sala Estúdio

Datas: 13 de Outubro a 5 de Novembro 2006


Co-produção com Primeiros Sintomas