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LIBRAÇÃO, de Lluïsa Cunillé

 "Essencial será visitar este jardim de ferro. Porque só na aceitação do que perturba e faz frio e encanta não se perde o equilíbrio. Porque só a indiferença, essa sim, tanto faz. "Libração" fica em nós como um relógio que não parte. Que não pára."

Filipa Leal in Suplemento das Artes das Letras, 15 Out 2007


Uma dramaturgia minimal sobre o medo e o desejo do outro, que assenta como uma luva na geração que teria 30 anos no ano 2000 e que, com a passagem dos anos, parece destinada a procurar a fé e a esperança em visitas nocturnas a parques infantis. Nada a fazer? Solitárias, as mulheres desta peça esperaram tanto por algum ser imaginário que as salvasse que deixaram de saber reconhecer as pessoas e as coisas reais.

Jorge Louraço Figueira in suplemento “Ípsilon” do Público (balanço do ano 2007)