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Perplexos

O autor sugere que as personagens tenham o nome dos actores, mas muitas vezes quando um actor sai de cena, volta com uma nova personagem, apesar de manter o seu nome. A realidade parece estar constantemente a ser reformulada, e como se não bastasse, são as próprias situações em cena que, por vezes, raiam o absurdo. Afinal o que é que é real? A perplexidade instala-se.

O amor, as férias, os filhos, as empregadas domésticas, Darwin e a lei do mais forte, a sombra nazi, um baile de máscaras, ou a clássica troca de casais, estão presentes nesta espécie de comédia de costumes, assombrada por Pirandello.

Cristina Carvalhal volta a este autor, depois de ter encenado A Pedra, uma produção de As Boas Raparigas, em 2011.



Encenação: Cristina Carvalhal

Tradução: Ricardo Braun

Interpretação: Nuno Nunes, Pedro lacerda, Sara Carinhas e Sílvia Filipe

Cenário e figurinos: Ana Limpinho

Confecção dos disfarces: Rosário Balbi

Efeitos Especiais: João Rapaz e Janaína Drummond

Luz: José Álvaro Correia

Música: Sérgio Delgado

Fotografia: Estelle Valente

Produtor: Bruno Reis

Assistência de Produção: Diogo Costa

Apoio: Teatro Nacional D. Maria II

Co-produção: Causas Comuns e São Luiz Teatro Municipal




 
2018

26 Abril a 6 Maio: São Luiz Teatro Municipal – Lisboa

16 de Junho 2018: Centro Cultural Vila Flor – Guimarães (Festivais Gil Vicente)


2019

18 Maio: Teatro Municipal Joaquim Benite- Almada





The author suggests that the characters should have the names of the actors, but often when an actor leaves the scene, he returns with a new character, despite maintaining his name. Reality seems to be constantly being reformulated, and as if that were not enough, it is the very situations on the scene that at times border on the absurd. After all, what is real? The perplexity sets in.

Love, holidays, children, maids, Darwin and his strongest’s law, the Nazi shadow, a masquerade, or the classic exchange of couples, are present in this kind of comedy of customs, haunted by Pirandello.

Cristina Carvalhal returns to this author, after having staged The stone, a production of As Boas Raparigas, in 2011.



Direction: Cristina Carvalhal

Translation: Ricardo Braun

Performers: Nuno Nunes, Pedro Lacerda, Sara Carinhas e Sílvia Filipe

Set and Costumes: Ana Limpinho

Masquerade custos confection: Rosário Balbi

Special effects: João Rapaz e Janaína Drummond

Light Design : José Álvaro Correia

Sound Design: Sérgio Delgado

Photography: Estelle Valente

Executive Producer: Bruno Reis

Production Assistance: Diogo Costa

Sponsor: Teatro Nacional D. Maria II

Co-production: Causas Comuns e São Luiz Teatro Municipal